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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Associação de moradores. Por que?


                                           


1. Associação de moradores é a UNIÃO e ORGANIZAÇÃO de moradores, podendo ser de uma rua, quarteirão, bairro, vila, etc;

2. É uma das maneiras essenciais de solidariedade entre os moradores;

3. É um espaço comunitário do povo na base, para trabalhar juntos e unidos por melhores condições de vida;

4. É uma das ferramentas do povo organizado que toma consciência de sua dignidade como ser humano;

5. É aquela que organiza as lutas e mobiliza os moradores para enfrentar os problemas concretos que surgem da necessidade do nosso dia-a-dia;

6. A associação de moradores é o espaço privilegiado que faz crescer a consciência de todos nós, que desejamos construir uma sociedade igualitária e justa, onde se possa realmente exercer a cidadania.


A importância de uma Associação de Moradores
É papel da Associação de Moradores reivindicar junto ao Poder Público e Órgãos competentes, os direitos do povo que paga os seus impostos.
E é importante lembrar que ao reivindicar os seus direitos, os MORADORES NÃO ESTÃO PEDINDO NENHUM FAVOR...

A Associação de Moradores é um instrumento de todos os moradores do bairro e tem o dever de exigir a satisfação das necessidades que o mesmo apresentar. Assim cabe, também, definir junto da população residente, qual destas lutas são as mais prioritárias: segurança, transportes, recolha de lixo, posto de saúde, etc. 
As prioridades / assuntos e respectivas reivindicações, devem ser determinadas em discussão democrática e em assembleia com os moradores.


Por isso é importante a existência da Associação de Moradores, para reunir, convocar e unir as forças e organizar a população.


A Associação é uma ferramenta, que o povo tem a seu favor.


É um espaço de luta ao serviço do bem comum do bairro e da cidade.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Programa de Apoio ao Desenvolvimento Comunitário - Prodec



                                   
Programa de Apoio ao Desenvolvimento Comunitário - Prodec

Histórico

O PRODEC teve início em 1999, através da parceria firmada entre a Caixa Econômica Federal e a COHAB–RP. A finalidade maior deste programa é estimular a participação dos moradores, enquanto Associação de Moradores, definindo quais as necessidades do Conjunto Habitacional onde estão inseridos e estimular a realização de cursos profissionalizantes.

A COHAB-RP está empenhada em utilizar os recursos do PRODEC no desenvolvimento de ações sociais determinadas pelas próprias comunidades beneficiadas. PRODEC é um instrumento de aplicação da Política de Desenvolvimento Comunitário nos Programas Habitacionais, criado pela resolução número 132, do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.

Metodologia

A COHAB-RP tem participação efetiva em todo o processo com assistentes sociais, veículo de transporte para deslocar o pessoal e também de responsável técnico e de estagiários, destacados para acompanhar




projetos de construção e reforma de equipamentos sociais. O passo inicial, contudo, sempre será a constituição de associações de moradores para que estes, enquanto organizadores, sejam motivados para práticas associativas, educacionais, culturais, esportivas e recreativas. Em etapas subseqüentes, os próprios moradores poderão agilizar mutirões para reformas de áreas de lazer e, igualmente, a implantação de oficinas de trabalho e desenvolvimento de cursos. No desenvolvimento dessas ações sociais é propósito da COHAB-RP entrosar-se com as Secretarias Municipais da Cidadania ou Assistência Social e outros organismos públicos buscando agrupar recursos humanos e materiais para a consecução dos resultados pretendidos.

Obras executadas pelo PRODEC:
Ribeirão Preto: Jardim Manoel Penna, Jardim Alexandre Balbo ll, Jardim Jovino Campos, Jardim Juliana/ Palmeiras ll.
Igarapava: Jardim Evaristo R. Nunes e Jardim Waldir P. Mattar.
Araquarara: Jardim Victorio Santi,
Brodowski: Jardim dos Tucanos
Pitangueiras: Jardim São Benedito.
Orlândia: Jardim P. Bucci.
Luiz Antônio: Jardim Alvorada e Jardim Orlando Rossati.
Sertãozinho: Jardim Lúcia Fabro Sverzut.

Obras em andamento do PRODEC:
Ribeirão Preto: Jardim Maria Casagrande Lopes
Franca: Jardim Panorama - em sistema de mutirão
Guará: Jardim Hassan e Jardim Nélio dos Santos
Ituverava: Jardim Eurico L. Henrique
Mococa: Jardim Dr. Gilberto Rosetti.

Ações do PRODEC
1. Conjuntos Habitacionais em Ribeirão Preto
- Jd. Manoel Penna – projeto de reforma em Centro Comunitário na rua José Barenzi, nº 127, existente - obra executada e construção de praça formada pelas ruas José Jorge de Freitas/Anselmo Marques Rodrigues/José Parensi e Emília Cembrini, com 5.300 m² ambas inauguradas em 2002.

- Jd. Juliana/Palmeiras II – Centro Comunitário na rua Diná Sassi Steagall, nº 215, de 76,00 m², inaugurado em 2003.

- C. H. Alexandre Balbo II – Centro Comunitário na rua Prof. Dante Rolando Guazelli, n º 511, de 100,00 m², inaugurado em  2003.

- C. H. Jovino Campos – reforma em Centro Comunitário na rua Pedro Pontim, nº 127, inaugurado em 2002.

- C. H. Maria Casagrande Lopes – reforma de casa reintegrada da COHAB–RP na rua Maria Neves Sciencia da Silva, nº 245, em fase de acabamento – não inaugurado.

2. Conjuntos Habitacionais em Igarapava
- C. H. Jd. Evaristo R. Nunes – Centro Comunitário na rua Manoel Pignati, nº 441, de 48,00 m², inaugurado em 2002.

-  C. H. Jd. Waldir Dib Mattar - Centro Comunitário na rua Cidade Praia Grande, s/nº, de 48,00 m², inaugurado em 2002.

3. Conjunto Habitacional em Luiz Antônio
- C. H. Pref. Orlando Rosatti II - Centro Comunitário na rua Duque de Caxias/rua Antonio Bertolotti, de 48,00 m², inaugurado em 2003.

- C. H. Jd. Alvorada – Centro Comunitário na rua Rodrigues Alves c/rua Tancredo de Almeida Neves, de 48,00 m², inaugurado em 2003.

4. Conjunto Habitacional em Brodowski
- Jd. dos Tucanos – Centro Comunitário na rua Marcos Fabri, s/nº, de 48,00 m², inaugurado em 2002.

5. Conjunto Habitacional em Sertãozinho
- C. H. Jd. Lucia Fabro Sverzut - Centro Comunitário na rua Antonio de Abreu Filho, nº 50, de 48,00 m² e inaugurado em 2003.

6. Conjunto Habitacional em Araraquara
- Jd. Victorio Santi – Centro Comunitário na rua Manoel Fernandes Cadina, s/n, de 48,00 m², inaugurado em 2002.

7. Conjunto Habitacional em Orlândia
- Jardim Júlio Bucci – reforma em Centro Comunitário existente na rua 30 entre trav. 19 e av. 20, inaugurado em 2002.

8. Conjunto Habitacional em Pitangueiras
- Jd. São Benedito - Centro Comunitário na rua Antônio José Bettoni, s/n, de 36,00 m² – inaugurado em 2003.

9. Conjunto Habitacional em Ituverava
- C. H. Jd. Enrico L. Henrique.

10. Conjunto Habitacional em Guará
- C. H. Jd. Hassan J. M. I.

- C. H. Jd. Nélio dos  Santos.

11. Conjunto Habitacional em Mococa
- C. H. Dr. Gilberto  Rosseti.

12. Conjunto Habitacional em Franca
- Jd. Panorama – sistema de mutirão p/ construção de Centro Comunitário de 100,00 m², localizado na av. Ricardo Alexsander de Andrade, nº 250, construção coberta, em fase de acabamento.

http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/cohab/pgm/i08prog-prodec.php

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Podas de árvores e limpeza das áreas públicas

                        

A prefeitura , através do departamento de parques e jardins, vem desde a semana passada procedendo a poda de árvores e corte de mato nas áreas verdes de nosso bairro. 

Já o fez na área da mata ciliar , e hoje cuida da praça das Tecnologias, conforme podemos conferir nas imagens.












Falta agora os moradores se sensibilizarem quanto  ao feio e nocivo hábito de jogar lixos em áreas pública. 
Conforme podemos  conferir nas imagens, já é bem visível  a quantidade de lixo, em geral sacos plásticos com lixo doméstico em meio a vegetação. Isso constitui um despropósito, visto que temos coleta regulamentar a cada dois dias, sem nenhum problema. Mas a quantidade de objetos atirados em áreas públicas é bem preocupante. Neste segundo semestre, já tivemos a limpeza pesada de todo o contorno da avenida Antonio Galão feito por máquinas e caminhões, de todo o entulho de reformas, e os lixos.

 Recolha de moveis descartados na borda do riacho nos pontos viciados, porém não durou nem uma semana. Aliás, enquanto os funcionários faziam  a limpeza, carroceiros descartavam  onde jã havia sido limpo.

Quero dizer: Paga-se a eles para retirar o entulho da sua porta, e jogar na porta alheia, visto que há residências ao longo da avenida, e é local de transito constante de crianças e jovens que frequentam as escolas. O  hábito de contratar esses profissionais é uma "faca de pois gumes, pois eles tiram daqui e jogam logo ali, dentro do próprio bairro, na primeira área que encontrem, sem a menor preocupação com o meio ambiente. E se lhes dissermos alguma coisa, logo ouviremos: "Vai caçar um tanque de roupa pra lavar dona Maria!". E como carroça em nossa cidade não tem placa, difícil fica identificar o dono, avisar a fiscalização também é inútil, porque até que cheguem no local, nada mais poderão fazer; ficar alimentando conflito com os carroceiros também não condiz com o bom senso, principalmente quando sabemos que não resultará em nada além de desgaste emocional para ambos.

É frequente a presença de urubus nesta área, exatamente porque  ali eles encontram alimento, nos lixos e animais mortos que são atirados no local.
Esta é uma situação grave e preocupante, cuja luta de alguns moradores preocupados com o bem comum tem se mostrado  improfícua, pois parece que a grande maioria não se incomodam com a aparência do bairro, nem se  importam com as consequências, como o aumento de ratos, baratas aranhas e escorpiões que chegam a nossas casas.

Fica o registro e a indignação, mas também a esperança de que nossa população desperte a consciência  de que para  uma vida melhor, é necessário que aprendamos a cuidar do nosso espaço que não se reduz apenas na nossa calçada e quintais. Todo o bairro é nosso espaço de convivência, e se ele estiver sujo, desorganizado insalubre e feio, representa resultado de nossa cultura. 
Mostramos aqui, e pretendemos mostrar sempre  as ações da Administração Pública com nosso bairro, mostrando tanto o que é feito a nosso favor, quanto o contrário, as ações anti sociais dos moradores, e que é necessário que cada um de nós façamos a nossa parte, para que possamos de fato e direito  "VIVER BEM EM COMUNIDADE"!